Novo equipamento pra obter a licença FFL (Federal Firearms License) e adquirir armas a preços de desconto e maioristas.
É algo comum dizer que às armas se as adora ou se as odia, mais a realidade é que as mesmas nos hão acompanhado práticamente desde que o homem começó a manipular ferramentas. Nos feitos, um arma é uma ferramenta mais natural que uma chave de fenda ou parafuso.
Em questões de sobreviência sempre devemos considerar às armas: há situações nas que sem elas sería demasiado perigoso viajar ou explorar. Por suposto que se abusa muito das armas, se cometem crímenes, recorre-se ao despotismo e também é certo que as armas matam.
Mas há que olhar-las objetivamente, como o que são, é dizer, ferramentas que há que usar com muito cuidado e ter em conta que as armas de fogo não disparam-se por acidente geralmente, sina que é um ser humano o que aperta o gatilho. Por isso, se pensamos que vamos a controlar o delito ou evitar o mal proibiendo as armas, esse indivíduo que aperta o gatilho vai a recorrir a outro tipo de objetos com os quais causar dar.
Isto não quer dizer que há que deixar de controlar o que se faz com as armas, o que classe de armamento vende-se; é obvio que não é necessário - e sim sería muito perigoso - vender metralhadoras pesadas ou explosivos Semtex por quilograma pra entreter-se nas festas pátrias. Mas mais importante que concentrar a atenção nas armas com o objeto de controlar o crime é olhar que sucede com as pessoas.
Em Suíça, pra nomear um caso, não há uma discussão ao respeito: os reservistas das forças armadas guardam armas automáticas em seus lares e não sucede nada malo. Em Israel passa algo similar; aqui temos que dizer que obviamente a violência está dirigida contra os palestinos, mais não oímos de roubos aos bancos usando armas dos reservistas, o coisas por o estilo. Em Japão, por outra parte, onde estão proibidas as armas de fogo quase em seu totalidade, sigue existendo uma importante máfia.
É dizer, em tuda a questão acerca do control sobre a venda de armas a opinião parece concentrar-se no aspecto sensacionalista e deixa-se de lado a essência do assunto, que não é se o arma tem um canhão longo ou curto, sina que passa com o ser humano.
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