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Na história bélica e da defesa, tem ocorrido algumas coisas extranhas e outras que nos deixariam perplexos hoje em dia. Há que colocar em sua justa proporção e entender estes feitos de acordo ao momento da história no que ocorreram, pois de outra maneira o nos resultariam totalmente incomprensíveis, ou bem os interpretaríamos muito mal.
Nas artes marciais por o geral se promove um certo tipo de conduta; as artes marciais não são simplesmente técnicas de combate, sina formas de vivir e ver ao mundo. Um arte marcial é, em resume, um estilo de vida.
Mas não todos entendem à luta ou o combate desta maneira; em alguns casos se recorre a qualquer truque pra garantir a sobrevivência, ao passo que em outros, nem sequer o feito de sobrevivir pra volver a brigar era tolerado. Um piloto kamikaze japonés que combateu em Okinawa, 1945, mais que ao decolar com seu avião pra atacar de forma suicida às forças norte-americanas, sofreu um dano em sua aeronave e bateu pouco depois do decolagem.
Voltou a suas linhas pra reportar-se e oferecer-se novamente como voluntário pra uma de essas misiones, e segundo contou, recebeu uma severa reprimenda de parte de seu comandante por não haver-se feito o hara-kiri ou seppuku, ou seja, um suicídio ritual de acordo ao Bushido, o código de honra do guerreiro Samurai, pois não devia haver sobrevivido a seu máquina. E tudo isto no contexto dum combate desesperado não que a sobrevivência de seu nação estava em jogo.
E em época medieval, em ocidente, também se registraram crônicas, de combates nos que os cabalheiros nobres eram capazes de passar por encima com suas montarias a seus próprios soldados, firindo e até matando a estes, com tal de ir a combater contra adversários de seu mesmo estatuto social.
Mas a derrota mais dorosa de tuda a história a sofreu o exército líbio à mão dos egípcios, liderados por o faraó Meneptha, aproximadamente uns 1.300 anos antes de Cristo: aproximadamente uns 6.400 soldados feitos prisioneiros foram castrados. O faraó levou de regreso consigo o bizarro troféu a Karnak, onde o fato foi celebrado com uma séie de monumentos ainda existentes.
Claramente, as regras das artes marciais ainda não tiverem tido acordadas então.
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