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Relatórios astrológicos, psíquicos e numerológicos. Em Andinia não cremos neste tipo de coisas, mais certamente que são interessantes pra passar um momento.

Intentar conhecer o futuro é uma necessidade humana desde os tempos paleolíticos, nos que se sabe que já se praticavam diversos rituais de adivinhação destinados a predizer a caça, a fertilidade e os cataclismos em geral. À medida que se foram desenvolvendo diversas civilizações, algumas não conetadas entre si, se desenvolveram ainda mais os rituais relacionados com a adivinação.

Na China antiga, em Roma, nas nações dos Maias e os Incas se buscava saber que é o que tinha que acontecer, e não devemos esquece aos griegos, e os povos neolíticos da Europa nórdica. Tudos eles tentavam adivinar o futuro, e ainda o seguimos fazendo; muita gente cre na leitura de mãos, na numerologia e a astrologia, e pra os que crem na ciência pura, temos à ciência estatística, que emprega-se pra o mesmo, isso sim, com uma base diferente.

A pergunta é, que pode levar a tantos seres humanos, em épocas e ámbitos culturais tão diversos a explorar o tempo? Provávelmente todas as razões possam reduzir-se a um só: medo à incerteza.

É o não saber o que venha a acontecer o que lhe da sentido à vida. Se uma pessoa pudera conhecer perfeitamente que nunca vai a chegar a fazer milhões, o muito pelo contrário, que se os tem, sempre os vai a conservar, então essa pessoa não teria que esforçar-se pra nada, pois não teria sentido. Mas por outra parte, fazer tuda classe de esforços sem saber se vão a ter sentido é algo tão vano como não fazer nada, assim que nos encontramos apanhados no meio desta questão e por isso tentamos fazer ambas coisas: por um lado, esforçarnos, e por o outro, tentar conhecer o que venha a acontecer.

Mas mais lá da astrologia - e assumendo uma postura científica - é bastante viável predizer com certeza o que pode acontecer em determinadas circunstâncias, sem que isto signifique nenhum tipo de magia especial. Simplesmente há que basar-se em dois coisas: a primeira, o conhecimento do comportamento passado; e a segunda, o saber se aprendeu de esse passado.

O filósofo Spinoza houve afirmado que os povos que esquecem a história estão condenados a repeti-la, e isto basa-se numa observação própria da sociologia, e auténticamente válida. Do mesmo modo, as pessoas que esquecem seu passado estão condenados a repetir seus mesmos erros.

Com estes dois elementos já é possível saber que é o que tem que acontecer.

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