Books by Julian Lee

Livros sobre astrologia, meditação, misticismo, OVNIS, etc.

Podemos dizer três coisas acerca dum dos temas que abarca este sitio: nós - em Andinia, como exploradores em alguns de nossos viagens - havemos visto OVNIS, em segundo lugar, isso inclui a pilotos que sabem como comportam-se os corpos no ar (que além do mais devem passar tudos os anos uma grande quantidade de exámenes psicológicos e psiquiátricos pra estar habilitados pra voar), e em terceiro lugar, temos computadores que participam do programa SETI pra a busca de inteligência extraterrestre.

Mas além do mais podemos dizer que sobre o tema da vida extraterrestre há dos facetas possíveis: uma, a da crença quase religiosa no assunto, e outra, a da busca científica acerca desta questão. Más lá das crenças e os feitos que não são comprováveis, a existência de objetos voadores não identificados é um feito reconhecido por as autoridades de países tais como o México, Reino Unido, Suiça, Rússia e Bélgica, cujas autoridades civis e militares hão expressado oficialmente que detectaram em algum momento essa classe de coisas.

Mas em pos de manter um mínimo de racionalidade científica temos que dizer que precisamente, quando trata-se dum objeto que não está identificado, não está fazendo-se nenhuma conjetura ou especulação adicional. Pode ser que se trate de algo que provem de outro sistema solar, como pode ser que provenha de outro país, de atrás das montanhas ou do fundo do mar.

Mas também, e por pura aplicação do método científico temos que dizer que considerando o tamanho do universo, a quantidade de planetas extra solares que já foi descobertos, e a quantidade de estrelas que existem, resulta muito improvável que não nos topemos alguma vez com vida desenvolvida em outros mundos. A questão não é realmente se a vamos a encontrar, sina quando, como será, onde estará e que impato poderia ter pra nós.

No que respeita a tudos estes temas sempre se tem havido muita superstição, mais considerando o que já sabemos, é prudente que a comunidade científica comece a tomar mais seriamente estas coisas por as implicações potênciales que poderia ter o assunto. E também devemos agregar que haveria que reconsiderar um aspecto dos programas de exploração espacial desenvolvidos na atualidade: nenguém está pensando nos viagens interestelares, e isso é o que realmente importa em definitiva, porque exceto nossa vizinhança do sistema solar, o resto do espaço é de feito, interestelar.

Sabemos bem o que diz a teoria do a relatividade, o melhor dizido, como a interpretamos, mais dizer que não pode viajar-se mais rápido que a luz nos parece mais que um feito científico, uma excusa mental pra não procurar mais lá por medo ao ridículo, ou bem porque simplesmente não quer abrir-se a mente, e isto não quer dizer que os científicos têm que começar a crer na bruxaria nem nas alucinações de supostos testigos, sina que é hora de começar a tentar desenvolver o conhecimento relacionado com os possíveis viagens de grande alcance e tempos práticos no espaço, seriamente.

Nada é impossíveis, assim que deve existir alguma maneira de conseguir realizar viagens através do espaço interestelar de forma prática, e não através de milenios. Como exploradores que somos, não podemos conformarnos com crer que não se pode, o que a luz poda ser uma barreira infranqueável.

Dizer que a luz nos apresenta um obstáculo impossível de superar - cremos - é uma afirmação similar à de tudos aqueles que antes dos irmãos Wright diziam que o vôo era impossível porque os humanos no têm asas, ao passo que se podia ver claramente que os pássaros voam. O feito de que naturalmente não podamos fazer algo é certo, mais isso não implica que não podamos desenvolver a tecnologia e o conhecimento científico como pra faze-lo.

Mas devemos deixar de dizer que não podemos.

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