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A exploração e a aventura não são coisas que se limitam necessáriamente às excursões de férias, a uma expedição de caiaquismo em um rio como o Futaleufú ou Colorado, ou bem a assumir um pouco de risco fazendo bungee (o bungy) jumping.
O que há fora de nosso planeta é a última fronteira, se assim se lhe pode chamar, porque o espaço exterior é tão vasto que não podemos nem sequer falar de limites. Somente faz falta pensar que se tivéramos uma nave espacial capaz de viajar desde o Sol áte Plutão em um segundo, a estrela Próxima Centauri, a mais próxima a nosso sistema solar, a alcançaríamos em aproximadamente um dia, e esto são somente quatro anos luz.
Nossa galaxia tem aproximadamente trinta mil anos luz de diâmetro, e somente é uma mais em um grupo de estructuras similares. De feito há miles de milhões de galaxias no universo conhecido, assim que provávelmente estejamos equivocados ao perguntarnos se há vida o não, se existem outros planetas como o nosso, ou se encontraremos alguma classe de paisagens absolutamente exóticos e bizarros em outros mundos.
Isto pode parecer algo especulativo, mais considerando que o universo é infinito áte onde sabemos, mais bem deveríamos preguntarnos quando encontraremos tais coisas, mais que se existem ou não.
Nós mesmos havemos olhado OVNIS (e alguns dos que trabalhamos em Andinia somos pilotos), e havemos falado com pessoal militar e de forças de segurança de alto posto com experiência aeroespacial que também nos confirmo tais feitos, e há que recordar que o pessoal aeronáutico se somete a perícias psicológicas, físicas e psiquiátricas regularmente, tudos os anos. De aí a dizer que trate-se de naves extraterrestres há uma distância, mais devemos manter a mente aberta.
Além do mais, os pilotos tem a vista treinada pra entender o que estám olhando no ar, e inclusive tem uma boa idéia acerca das ilusões óticas e outros fenómenos que podem olhar-se no ar pois dado que ao ter esse conhecimento maximizam a segurança dos vôos.
Por suposto que a exploração espacial é algo custoso e que está fora do alcance económico da maioría da gente em tanto e em quanto ao que se refiere a alcançar o espaço exterior em forma física.
No entanto, contribuir à difusão das ciências aeroespaciais, fomentar a curiosidade e a inquietude do público, realizar investigações astronómicas a nivel de aficionados e áte fazer desenvolvimentos informáticos, de simulação e por que não, de idéias relacionadas com tecnologias que algum dia nos possibilitem o viajem interestelar, são coisas que tudos podemos fazer como exploradores.
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