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Lindenberg: Emprego rural versus assentamentos (II).

Por ConstruNews.


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* Sonho aliciante

Haverá um sonho mais aliciante e semelhante ao velho utopismo socialista, do que um país onde todos têm sua terra para plantar, financiamentos com juros subsidiados, onde não existem patrões ou fiscais de qualquer espécie?, pergunta Lindenberg em seu artigo. E responde: Diante desse sonho utópico, o único recurso que nos resta é o apelo constante ao bom senso e à experiência acumulada durante séculos. De um modo muito empírico, quase a título exemplificativo, poder-se-ia alinhar algumas considerações atinentes à problemática:

- A condição empregatícia de si não tem absolutamente nada de humilhante ou de exploratório. As mais altas autoridades do país - o presidente, os ministros, magistrados do Supremo - são empregados. São igualmente empregados os professores, os oficiais superiores, os altos executivos que governam os grandes conglomerados econômicos e as multinacionais.

- O importante para o trabalhador rural não é ser o dono da terra, como >também para o morador de uma casa não é ser dono do imóvel. O importante é ganhar bem, poder progredir, sentir-se seguro no emprego, estar em condições de formar um pecúlio. Dono de um capital, o empregado pode decidir se compra a terra ou a casa, ou se investe num negócio ou se compra ações. Ele se tornou um minicapitalista.

- Aliás, diga-se de passagem, o Brasil só terá se tornado um país verdadeiramente capitalista na medida em que boa parte de sua população seja proprietária de minicapitais. A esse respeito convém lembrar o exemplo dado pelos imigrantes japoneses. Considerados os agricultores mais bem sucedidos que já aportaram em nossas terras, eles sempre preferiram arrendar a comprar as várzeas nas quais plantaram suas hortas e isso com >um sucesso absoluto.

- Que haja uma significativa diminuição do desemprego e do êxodo rural constitui um anseio nacional. Que os homens do campo, pequenos proprietários, assentados, bóias-frias consigam elevar seus padrões de vida a níveis aceitáveis constitui, igualmente uma meta a ser atingida. Esses objetivos não são, por conseguinte um monopólio dos agrorreformistas e, muito menos, um apanágio das esquerdas. No modo de solucionar essas carências é que se situam as diferenças.





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