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Fórum Social, "diversidade" e novos totalitarismos (II).

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Todavia, no próprio caso do FSM, de suas organizações e suas figuras mais representativas, essa "diversidade" de "propostas" e de "soluções" que surjam, fica restringida ao marco excludente de posições filosóficas de esquerda. Quando José Genoíno, presidente do governante Partido dos Trabalhadores (PT), do Brasil, proclamou que uma das características do "sonho" e da "utopia" de seu partido era a "diversidade sexual", os milhares de participantes do 3º FSM que o ouviam no ginásio "Gigantinho", compreendendo o sentido da afirmação, em uníssono se puseram de pé e começaram uma prolongada ovação.

Leonardo Boff, em uma de suas intervenções no 3º FSM, levou a defesa da "diversidade" ao plano religioso, caindo em um extremo de relativismo teológico e de subjetivismo filosófico nos quais as verdades absolutas não parecem ter cabimento: "É um bem que haja muitas religiões, porque Deus não se esgota em nenhuma delas", afirmou, argumentando que "não podemos defender a biodiversidade, pensar que quanto mais animais e quanto mais plantas vivam, tão melhor será, e depois, quando chegamos às religiões, diga-se que deve haver só uma, que as outras não são boas". E acrescentou que "quanto mais numerosas sejam as religiões", tanto melhor pois, supostamente, Deus ver-se-ia melhor refletido.

Boff concluiu dizendo que o "grande risco" e o "obstáculo" para chegar a esse mundo relativista é o chamado "fundamentalismo", ao qual definiu não como uma doutrina, mas como "uma forma de entender a doutrina", pela qual se afirma que "minha doutrina é a única autêntica e as outras são falsas".

Se esse "mundo novo" será construído sobre uma sui generis "diversidade" que faça da relativização de toda verdade um valor absoluto, a pergunta que surge é: que espaço se deixará para os que discordam de uma visão tão diametralmente contrária ao pensamento aristotélico-tomista, fundamento filosófico da cultura e da civilização cristã? Resultará exagerado pensar que nos primeiros esboços desse "mundo novo" possa estar em germinação um tipo de "fundamentalismo" anti-cristão, capaz de desencadear perseguições contra os que, por exemplo, continuam tomando os 10 Mandamentos da Lei de Deus como valores absolutos? Que tipo de perseguições? De caráter psicológico, psiquiátrico, legal, policial, físico, ou uma perversa combinação de todas elas?





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